terça-feira, 19 de agosto de 2008

Para mim, de você

Meu silêncio rompe,
lembrando o som do teu riso,
o último esquecimento.
As chances escureceram
e, mesmo de longe
o vejo declinar.

O que me entristece
não são as cartas
queimadas e abandonadas
Mas as palavras
que de [in]suficientes
o fez, assim.

E tudo que um dia
o alegrou, nada restou...
...nem no esquecimento.
Ainda desenho no amanhã
todo o tempo [im]perecível
que é de onde retornará...

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