Não dormia, e só acordava como quem queria colocar o travesseiro entre as pernas e apertá-lo contra o peito. As manhãs eram tão longas como as breves noites que passava pintando as estrelas do céu. Um, só precisava de um motivo que me fizesse acordar e ver pássaros pela fresta da janela. Todo dia parecia noite, e nenhuma noite era dia. Até sentia o calor de um sol escaldante ao me desejar "bom dia" ás 3h42m da tarde. Banho frio, e nenhuma roupa que combinasse com o ajeitar desajeitado dos cabelos. Bebia dois, três copos de água para lembrar minhas necessidades. Trôpega, caminhava em direção ao quarto a procura do lençol mais próximo. Meus pensamentos oscilavam tanto quando [des]esperavam.
Peguei no sono, com o travesseiro entre as pernas e um ursinho contra o peito. Acordei antes do desespetador. Me dirigi ao espelho, lavei o rosto e fui. Lá, ouvia aquela canção "Who do you love" e ao meu lado, um pássaro também a cantava. Voltei pra casa e fiquei feliz de ver, novamente, meu sorriso cor-de-rosa estampado pelos quatro cantos da casa!
Peguei no sono, com o travesseiro entre as pernas e um ursinho contra o peito. Acordei antes do desespetador. Me dirigi ao espelho, lavei o rosto e fui. Lá, ouvia aquela canção "Who do you love" e ao meu lado, um pássaro também a cantava. Voltei pra casa e fiquei feliz de ver, novamente, meu sorriso cor-de-rosa estampado pelos quatro cantos da casa!

