domingo, 31 de agosto de 2008

Poucas palavras, bastam!

Respirando música e sorrindo elogios, veio e fez minhas pernas cambalearem. Com um beijo doce, amargo, e de tantos outros sabores... limitou meus passos e me encaixou em pensamento. Não me reconheci em teus braços: fui presa e caça de mim na noite que não queria descansar. Alcançei os medos e me refiz num aconchego. "...And the time on the clock when we realized it was so late...". Tuas palavras ainda são sussurradas ao pé do meu ouvido. Mãos que apalpam, que querem, que acariciam. Um momento que poderia se anular do mundo. E a paz que não sentia a tempos se vez presente ali, e agora. Aqui, deitada numa cama fria e vazia, desenho o tempo que seremos um.

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